{"sf1_id":567991,"sf2_id":null,"title":"Triste fim de Yure.","author":"Yure16","words":561,"posted_at":"2013-07-25T17:28:00.000Z","tags":["Babyfur","Cat","Cub","Endless fall","Female","Male","Rabbit","diaper","messing","urine"],"url":"https://fse.anthro.fr/stories/567991-triste-fim-de-yure","original_url":"https://sofurry.com/view/567991","image_url":"https://www.sofurryfiles.com/std/thumb?page=567991\u0026ext=.jpg","description":"English here: http://www.furaffinity.net/view/11179886/","content":"sexta-feira, 19 de julho de 2013,\n14:05\n Será\nque nunca terei paz afinal? Quando tento me vingar de algo, ela\nsempre quer se vingar da minha vingança! Alguém tem que ler mais\nThomas Hobbes...\n Depois que eu coloquei uma\nfralda na Vitória, ela ficou puta comigo e começou a me caçar\npelas planícies. Eu fugi dela, fugi como mulher raivosa, segurando a\ncâmera contendo as fotos que tirei dela. Acho que ela não tem senso\nde ridículo; ela imediatamente começou a me perseguir assim que\npercebeu que estava de fraldas, sem nem sequer se cobrir antes.\nEstávamos os dois correndo quase nus na planície, eu fugindo e ela\nme seguindo.\n Com meu corpinho sarado de quem\ncome indiscriminadamente, eu não iria mesmo conseguir ir longe. Já\nestava ficando cansado. Minha velocidade diminuía e Vitória sabia\ndisso. Ela, ao contrário, estava em ótima forma, não mostrava\nsinais de cansaço. Eu precisava pensar e pensar rápido, mais rápido\ndo que minhas forças se exauriam.\n Vitória então conseguiu me\nalcançar. Ainda estávamos correndo feito loucos, contudo, mas ela\nestava à uma pata de distância de mim. Tentei correr para a\nesquerda, mas ela me bloqueou, pulando na minha frente. Ela sorriu,\nmostrando aquele par de incisivos obscenos. Logo, corri novamente, na\ndireção oposta. Mas ela era rápida e ágil. Vitória pulou sobre\nmim e me bloqueou novamente. Minhas pernas estavam tremendo e\npareciam meio dormentes de tanto correr. Eu já deveria ter perdido\nuns quinze quilogramas só naquela fuga. Ela começou a correr na\nminha direção novamente e eu corri para fugir. Minha velocidade\nestava muito baixa, mas ela não parecia interessada em me pegar,\nporque estava correndo mais devagar também. Olhei para trás e vi\naquele sorriso diabólico de sempre. Quando olhei para frente,\npercebi o que ela queria; havia um buraco enorme, de cerca de oitenta\nmetros de diâmetro, no meio da planície. Subitamente, ela aumentou\na velocidade. Eu não iria conseguir fugir e agora suas intenções\neram claras. Ela estava me levando para cá esse tempo todo, aquela\ndiaba!\n Cansado, fui forçado a parar.\nEla correu ainda mais rápido e me deu uma voadora de duas patas, me\nfazendo rolar para frente e cair no buraco.\n Comecei a gritar ao passo que a\nminha velocidade em direção ao fundo, se é que tinha fundo aquilo,\naumentava. Eu caía cada vez mais rápido e o vento cruzava meus\npelos, bagunçando-os. Desesperado, eu gritava cada vez mais alto à\nmedida que eu me afastava do topo. Não haveria chance de alguém me\nsalvar agora. Fechei os olhos e senti o vento ficar ainda mais\nintenso. Comecei a chorar, minhas lágrimas secando quase\nimediatamente por causa da velocidade da queda. Depois de vários\nminutos caindo, não havia mais luz, a não ser por uma pequena\nestrela acima de mim que era a borda do buraco. O diâmetro do buraco\nparecia aumentar até eu não mais ser capaz de ver as paredes. Eu\ncaía num largo espaço completamente vácuo.\n Após horas caindo, perdi\ntotalmente a esperança de sair dali. Eu tinha que urinar e defecar\njá. Mas não havia jeito de eu trocar minha fralda àquela altura\n(ou deveria dizer profundidade?). Não me importando mais, empurrei a\nurina, o jato forte e constante encheu minha fralda, ensopando-a. As\nfezes vieram logo depois, expandindo o assento da minha fralda,\naquecendo-a rapidamente. Aquela seria uma longa queda...\n"}