{"sf1_id":588546,"sf2_id":null,"title":"Gabriel II.","author":"Yure16","words":1872,"posted_at":"2013-09-11T22:11:00.000Z","tags":["Babyfur","Chubby","Consensual","Cubs / Young Characters","Felines","Handjobs/fingerjobs","Human cocks","M/M","Males","Mammals","Masturbation","Predator species","Size differences (1-3 feet)","Small cocks","Uncut cocks","Watersports","exotic species"],"url":"https://fse.anthro.fr/stories/588546-gabriel-ii","original_url":"https://sofurry.com/view/588546","image_url":"https://www.sofurryfiles.com/std/thumb?page=588546\u0026ext=.jpg","description":"The usual. Yure, badly needing to pee and holding it in.","content":"\n Yure voltava de sua caça diária, de\nbarriga cheia, indo para sua caverna onde poderia descansar. Ao\naproximar-se, notou que seu amigo, Gabriel, estava a lhe esperar.\n- Oh, Gabriel! - ele disse,\nachegando-se ao seu amigo.\n- Olá, Yure... - disse Gabriel, com a\nvoz um tanto triste.\n- Algo errado?\n- Meio que estou sem lugar pra\ndormir...\n Yure ouvia atentamente, olhando para\nseu amigo mais alto.\n- É embaraçoso pedir isto, mas\npoderia eu dormir na sua caverna, se possível? - perguntou Gabriel.\n- Ah, claro, nem precisava perguntar.\nEntre... - respondeu Yure.\n O interior da caverna parecia comum\naté a metade, onde havia um interruptor. Lâmpadas fluorescentes\niluminaram o caminho à frente dos dois. No final do túnel, havia\numa porta.\n Gabriel moveu a maçaneta devagar e\nentrou. O interior era uma sala com azulejos no teto, chão e\nparedes, luz elétrica, cama, refrigerador, armário e uma mesa com\numa máquina de escrever. Cada canto da sala desempenhava uma função\nde cômodo: o canto nordeste era um quarto (onde havia a cama), o\ncanto sudeste era um escritório (onde estava a mesa), o canto\nnoroeste era uma cozinha (onde havia o refrigerador e um armário), o\ncanto sudoeste estava vazio. Não havia banheiro.\n- Lugar legal - disse Gabriel.\n- Muitíssimo obrigado, colega -\nrespondeu Yure. - A cama é grande o bastante para dois animais. Pode\nacomodar-se.\n Não havia muito o que ser feito. O\nlocal era minúsculo. Talvez algo comestível pudesse ser encontrado\nna geladeira, mas Gabriel não queria ser invasivo.\n- Quer algo pra beber? - perguntou\nYure.\n- Ah, claro... - respondeu Gabriel.\n Gabriel sentiu um cheiro peculiar. A\nfralda de Yure com certeza estava molhada.\n- Yure, precisa trocar de fralda? - ele\nperguntou.\n Yure olhou pra baixo. De fato, sua\nfralda precisava ser trocada. Ele havia aliviado sua bexiga durante a\ncaça. Ele desabotoou a fralda e enrolou-a, colocando-a do lado de\nfora da sala. Ele poderia lavá-la mais tarde, mas agora tinha que\nficar e servir seu amigo.\n Voltando-se ao refrigerador, Yure\npegou algumas latas de refrigerante e entregou uma a Gabriel. Gabriel\nabriu uma e começou a beber. Yure, agora nu, bebia muito rápido e\nterminou uma lata em questão de segundos.\n- Biscoito também? - ele perguntou.\n- Sim, aceito - disse Gabriel.\n Yure abriu o armário e tirou uma\ngrande jarra com biscoitos. Ele entregou-a a Gabriel, que começou a\ncomer na cama mesmo, não que Yure se importasse. A insaciável sede\nde Yure levou-o a pegar outra lata. Ele ofereceu mais líquido a\nGabriel, mas este recusou; ele não queria ingerir mais que o\nnecessário da comida dos outros. Yure deu os ombros e tornou a\nbeber, sujando-se um pouco. Sua macia barriga crescia conforme ele\nbebia. Conhecendo Yure, Gabriel sabia que aquilo iria resultar numa\nbexiga impossivelmente cheia, mas tudo que ele fez foi sorrir\ngraciosamente com sua face que beirava o feminino.\n Começou a chover e as luzes\nenfraqueceram por alguns instantes. Yure achou aquilo estranho; a\ninstalação elétrica era sólida e bem-feita, não havia como\naquilo acontecer. Conforme o tempo passava, Gabriel notou uma\ninfiltração correndo sobre a porta. Por causa da inclinação da\ncaverna, a poça que se acumulava sob a porta escorria para fora da\nsala. Yure terminou a terceira lata enquanto digitava um texto na\nmáquina de datilografar. Ele então anunciou:\n- Tenho que fazer xixi.\n Ele deu um risinho bobo e aproximou-se\nda porta, mas levou um forte choque que o jogou contra a parede assim\nque ele tocou a maçaneta molhada; a infiltração estava\neletrificada de alguma forma e ambos estavam agora presos até que a\nchuva terminasse.\n \"Não deve ser tão difícil\naguentar até a chuva passar...\", pensou Yure. Conforme o tempo\npassava, Yure e Gabriel conversavam e comiam. A chuva não parecia\nperder força e o som da água lembrava Yure de sua bexiga sempre que\nele não estava distraído. Imprudentemente, Yure tomava mais\nlíquido, se enchendo ainda mais. Pouco a pouco, sua barriga se\ndistendia com o tamanho de seu estômago, ocupado com o líquido. Em\nbreve, ela se distenderia por outra razão...\n O tempo passava e Yure, distraído com\nsua datilografia, havia esquecido que precisava urinar. Mas seu corpo\nnão havia. Gabriel, entediado, começou a prestar atenção no corpo\nde Yure. Aquele farto traseiro sentado sobre a cadeira não era um\nretrato tão ruim de se olhar. Mas Gabriel, focando sua atenção nas\npernas de Yure, percebeu uma pequena, mas sólida e fatual, ereção.\nCom a pressão crescente dentro de seu corpo, Yure estava começando\na experimentar os sinais e sintomas que um filhote sente quando está\npara ter um \"acidente\". Ele já estava movendo seu corpo de lá\npra cá na cadeira, vez por outra apertando suas grossas coxas e\napalpando seu pipi.\n- Yure... - ele falou.\n- Sim? - perguntou Yure, olhando para\nGabriel.\n Apesar da crescente frequência e\nintensidade de seus movimentos, Yure não parecia notar que seu corpo\nestava sob pressão; filhotes têm problemas ao prestar atenção à\nmúltiplos estímulos, logo ele não notava que precisava usar o\nbanheiro enquanto datilografava.\n- Seu negocinho está... - Gabriel\napontou.\n Yure olhou para baixo e notou sua\nereção. Subitamente, a vontade de fazer xixi lhe sobreveio como uma\nonda e ele tremeu, movendo seu corpo como se fosse uma minhoca e\nentão agarrando e estrangulando seu pintinho com ambas as patas.\n- Por que você me lembrou? - Yure\nganiu.\n Gabriel cobriu o focinho, vendo que\nhavia falado besteira para seu coleguinha. Yure começou a dançar\ncom mais vigor até que a contração que ele sentia no momento\ncessou. Ele deu um suspiro de alívio, embora a urina ainda tivesse\nde sair e era só uma questão de tempo até que as contrações de\nseu músculo detrusor viessem com cada vez mais frequência e\nintensidade.\n- Acho que posso me considerar em\napuros - Yure comentou.\n O som da chuva lá fora chegava às\norelhinhas de Yure, mas ele não parecia se incomodar, pelo menos não\nno momento. Gabriel aproximou-se de Yure e deu-lhe um abraço,\nsabendo o quanto o filhote gostava de contato físico. Yure abraçou\nGabriel de volta, mas usando apenas uma pata; a outra estava ocupada\nestrangulando sua minhoca, vez por outra apertando com mais força e\nentão relaxando. Yure não havia vazado ainda.\n- Tô cheio... - Yure falou, sua voz\ndenotando desconforto apesar do sorriso.\n- Você parece estar gostando... -\ncomentou Gabriel.\n- É, de certa forma, até que estou\ngostando... - Yure disse, sorrindo um pouco mais timidamente agora.\n O filhote soltou seu negocinho e olhou\npara ele, ainda sentado, movendo suas pernas para lá e para cá\nalternadamente. A sólida ereção parecia sensível e excitável.\nYure, em condições normais, aproveitaria a situação para se\nmasturbar, mas, com Gabriel por perto, isso não era exatamente\naconselhável.\n- É bom... tipo... - disse Yure,\nrelutante.\n- Sei por experiência - disse\nGabriel.\n- Você também não tem vontade?\n- Com certeza, não tanto quanto você.\n Yure voltou a segurar-se. O tempo\npassava bem devagar, a bexiga do gatinho enchia rapidamente, contudo.\n Minutos tornaram-se horas. Yure já\nnão conseguia mais datilografar com a mesma velocidade e\neventualmente parou. Ele não conseguia mais se concentrar e toda a\nsua atenção estava voltada para a dor na sua bexiga. A quantidade\nde urina era tanta que transbordava, na forma de pingos esporádicos,\npelo esfíncter que se espremia para permanecer fechado. Gabriel\nassistia o tormento de Yure, sentindo-se excitado com isso, não que\nYure também não estivesse.\n- Eu vou explodir... - Yure comentou,\nagarrando sua torneira com toda a força. - Eu tenho que fazer\nxixi...\n Yure sentia seu pênis ficar cada vez\nmais sensível ao toque. Ele se aventurou com algumas esfregadas de\nleve sobre seu prepúcio. Gabriel notou.\n- Você... - ele falou.\n Yure olhou para Gabriel, seus olhos\nmais amarelos que o usual. Gabriel sabia que Yure amava patadas e\ntalvez isso o ajudasse a tirar sua mente da forte necessidade de\nurinar. Gabriel aproximou-se de Yure e sentou-se na mesma cadeira,\ncolocando o filhote sobre seu colo.\n- Agora, tire as patas daí - disse\nGabriel.\n Yure ficou espantado com o súbito\nmomento de controle por parte de Gabriel, mas aceitou. Ele soltou seu\npipi, que agora saltava quase por si só com a constante dialética\nentre relaxamento forçado e pressão voluntária em seu esfíncter.\nGabriel apossou-se do pipi de Yure em sua pata direita, sentindo o\nquão frio e úmido ele estava. Yure provavelmente já havia vazado\nalguns pinguinhos.\n Gabriel começou a mover sua pata para\ncima e para baixo, masturbando o pequeno Yure. Yure, vendo uma\npossível satisfação de seu desejo e alívio da dor na sua bexiga,\nentregou-se.\n- Oh, Gani... - ele disse, entre seus\nronronados.\n- Seu travesso - Gabriel comentou.\n Yure sentia sua bexiga contrair. Ele\nse esforçava para segurar-se sem usar as patas, contraindo cada\nmúsculo de seu baixo abdômen, espremendo as pernas, aproximando\nainda mais as coxas. Um pouquinho mais de urina passou pelos dedos\njeitosos de Gabriel, que apertou o pipi de Yure para bloquear o\nresto. Ele sentiu, por alguns segundos, a urina acumular-se sob seus\ndedos, antes de voltar à algum lugar.\n As constantes contrações repercutiam\nna próstata do felino, excitando-o ainda mais. Súbito, um pouco de\nlíquido pre-seminal escapou-lhe o prepúcio.\n- Ah, que bonitinho... - comentou\nGabriel com sua suave voz.\n O músculo detrusor de Yure parecia\nter dado trégua após o início dos estímulos de Gabriel, mas a\ncheiura em sua bexiga ainda pressionava o interior de seu abdômen\npara fora em todas as direções. A pele sob o pelo do felino\nesticava para acomodar ao seu crescente baixo-ventre, sua próstata\namassada sob a pressão do músculo distendido. Yure pressionou sua\nbexiga por fora, fazendo a urina pressionar contra seu esfíncter,\npelo simples prazer da luta contra as forças da natureza.\nEncontrando resistência, a urina ficava presa na bexiga, que acabava\nsendo empurrada para trás, fornecendo uma espécie de massagem\nprostática pelo lado de dentro. Manter o esfíncter fechado durante\no aperto demandava uma contração muscular generalizada que\nrepercutia no reto, fazendo Yure desejar algo dentro dele para\ntorná-lo ainda mais cheio.\n- Eu vou gozar, Gani... - Yure falou,\nquerendo fechar os olhos para aproveitar a sensação.\n- Vá em frente, então - disse\nGabriel.\n Yure, contudo, não gozou mais que um\ntiro e algumas gotas que rastejaram pelo seu prepúcio; ele já se\nmasturbava tanto que não acumulava esperma à níveis aceitáveis.\n Cansado, ele relaxou nos braços de\nGabriel, esquecendo sua bexiga por enquanto. Gabriel então notou que\no som da chuva havia terminado.\n- Acho que já é seguro sair... - ele\ncomentou.\n Yure calmamente levantou-se, causando\numa dor na sua bexiga, e ousou tocar a maçaneta. Como a infiltração\nhavia cessado, era seguro sair.\n Yure correu para fora e viu sua fralda\nlá enrolada, já fedendo. Mirou sua ereção sobre ela e começou a\naliviar-se, lançando um longo e relaxado suspiro. Gabriel andou\ncalmamente até Yure e segurou-lhe a torneira, ajudando-o. O felino\ndeu um sorriso bobo e suspirou novamente, fechando os olhos,\nsaboreando o som da urina atingindo a fralda usada sobre o chão da\ncaverna.\n"}