{"sf1_id":620107,"sf2_id":null,"title":"Kaio.","author":"Yure16","words":2093,"posted_at":"2013-11-30T17:16:00.000Z","tags":["Ageplay","Chubby","Cock/balls worship","Consensual","Cubs / Young Characters","Diapers","Felines","Foot Play","Growth","Hermaphrodites","Informality","Latex/Rubber","M/Herm","Males","Mammals","Master/Pet","Masturbation","Orgasm control/denial","Predator species","Roleplay perspective - first person","Sex driven","Sexual Restraints","Sexy/Slutty clothing","Soft Vore","Teasing","Unrealistic Vore","Vore - Being Prey","Watersports","ass worship","chastity","dirty talking","licking","sexual frustration","wetting"],"url":"https://fse.anthro.fr/stories/620107-kaio","original_url":"https://sofurry.com/view/620107","image_url":"https://www.sofurryfiles.com/std/thumb?page=620107\u0026ext=.jpg","description":"Requested by Jamiedee123, on Fur Affinity.","content":" Eu não tive um bom dia.\nAcordei naquela noite com uma bexiga muito cheia e levantei-me do\nberço em que dormia para baixar as barras. Daí saí do berço e fui\nao berço ao lado, cutucando o filhote que ali dormia, um gato branco\ncom listras pretas.- Acorde, puta - falei\npra ele. Ele rolou, encarando o\noutro lado. Eu não estava mesmo me sentindo no melhor dos humores\nentão gritei:- Puta, te levanta antes\nque eu te bata! Ele imediatamente\nacordou e pulou do berço, agarrando teto.- Ah, Mestre Yure... -\nele disse, tremendo.- Desça aqui; tenho uma\ntarefa pra você - insisti. Ele desceu do teto,\ncaindo no berço abaixo. Pulei nas barras e as forcei para baixo com\nmeu peso, liberando a puta ali deitada.- Mestre... - ele\nsentou-se com as pernas para fora do berço. - que devo eu fazer? Desabotoei minha fralda.- Adivinhe - falei. A puta me olhou com\ncuriosidade. Era tão burra que não tinha sacado minha referência.\nEu tinha uma sólida ereção, que indicava que eu estava prendendo\nminha urina já havia muito tempo. Ela pingava até.- Desça aqui - falei. Ele finalmente entendeu\ne desceu do berço, ajoelhando-se perante mim. Ele abriu o focinho.- Boa puta... - disse a\nele, segurando sua cabeça no lugar. Inseri minha ereção no\nfocinho dele e comecei a mijar. Ele fechou os olhos e bebeu sem\nhesitar, fazendo um barulho com sua garganta. Afaguei a cabeça dele,\nsuavemente, deixando que ele saciasse sua sede por meu lixo corporal.\nMijei por um minuto e meio, minha gorda pança diminuiu um pouco até.\nEle lambeu minha ereção que já começava a ficar fraca após a\npressão por trás dela ser aliviada.- Te amo tanto, sua puta\ndesgraçada - falei pra ele. -; gosto do fato de que você\nreconhece seu lugar por aqui... Você ama fazer essas coisas\nhumilhantes que me deixam \"pronto\", não é?- Sim, Mestre... - ele\nrespondeu, tirando meu pênis mole de seu focinho. Apalpei a fralda dele,\nsentindo uma ereção já ali presente. Ele não se masturbava havia\ndias e seu sistema sexual já estava ficando sobrecarregado com\ntantas tarefas sensuais que eu lhe dava. Todos os dias ele tinha que\nme masturbar, beber minha urina, até mesmo oferecer seus genitais\npra eu provocar e atiçar até a exaustão. Além do mais, ele é\nhermafrodita; tem genitais tanto masculinos quanto femininos. É\nmuito divertido brincar com aquela perereca apertada e sensível\nenquanto eu deixo claro que ele não pode ter um orgasmo de jeito\nnenhum, a não ser que ele queira ser punido. Continuei sentindo e\nbrincando com a protuberância na fralda dele, movendo-a sobre o\npênis daquela puta com cada mais força e perícia. Ele começou a\nvazar fluido, então parei. A protuberância pulsou uma vez... Ele\nestava prontinho pra foder, mas eu não iria deixar tão cedo.- Volte a dormir -\nfalei.- Sim, Mestre, mas... -\nele olhou para baixo, frustrado. - Talvez eu não tenha força de\nvontade pra aguentar esta noite... Assenti e o coloquei no\nberço novamente. Daí, posicionei os braços dele acima da cabeça e\npeguei umas cordas que estavam sob o berço dele. Entrei no berço e\nsubi as barras, em seguida amarrei cada pata dele à uma barra do\nberço, de forma que seus membros estavam esticados e incapazes de\ndobrar.- O... obrigado,\nMestre... - ele disse. Escalei as barras e\nsaltei sobre elas, voltando ao meu próprio berço, bolando o que\niria ocorrer no dia seguinte, para que eu pudesse aliviar minha raiva\nsobre ele... Na manhã seguinte,\nacordei ensopado. Apesar de ter mijado na puta, nada me impede de\nmolhar minha fralda religiosamente todas as manhãs. Frustrado, saí\ndo berço e soltei a puta, que acordou no processo.- Bom dia, Mestre Yure -\nele disse, sorrindo.- Bom dia, puta - eu\ndisse. - Como vai sua bexiga? Ele apalpou sua bexiga e\nsentiu que estava perigosamente cheia.- P... puta quer fazer\nxixi, Mestre... - ele ganiu.- É, mas puta não vai -\ndisse, referindo-se à ele na terceira pessoa como ele gosta de fazer\na si mesmo. - Vamos, saia daí. Baixei as barras do\nberço e ele saiu. Tirei minha fralda, já suja, mas ainda quente, e\ntirei a dele, que ainda estava limpa. Abotoei minha fralda nele,\nfazendo ter outra ereção. Ele amava minha urina com a força de mil\nsóis e amava ordenhá-la de mim como se fosse um bezerro sugando uma\nteta. Coloquei a fralda dele em mim e apalpei a frente.- Bom estar \"limpo\"\nnovamente - comentei. - Vamos lá, tenho que te dar uma coisa. Ele me seguiu, com uma\npata sobre a frente de sua fralda pra segurar o mijo, ao mesmo tempo\nforçando o contato entre seu pênis e minha urina, excitando-o ainda\nmais. Ele já estava muito tentado a simplesmente esfregar a fralda\nusada contra si mesmo, mas tinha que resistir porque eu não lhe\nhavia dado nenhum aval para fazê-lo. Cheguei ao armário e\ntirei de lá uma roupa de borracha, com zíper nas costas para\ndificultar a remoção. Ela cobria todo o corpo, exceto pelos pés,\nmãos, pescoço e cabeça. Ele sorriu de orelha à orelha ao ver o\nque eu tinha guardado pra ele e seu pênis pulsou com força,\nliberando fluido.- Puta vai vestir sua\nroupa de borracha hoje? - ele perguntou.- Claro - respondi. Ele correu em minha\ndireção, cada passo fazendo sua fralda esfregar contra a fralda\nusada, provendo-lhe uma masturbação sem mão, se é que isso é\nsemanticamente possível. Ao chegar perto de mim, ele ficou de quatro\ne esfregou seu corpo em minhas pernas, como o felino que ele é.- Obrigado, Mestre! - ele\ndisse em alto e bom som. - Puta não merece!- Não se afobe; faço\nisso por mim também - anunciei. Vesti ele com a roupa de\nborracha e subi o zíper. A roupa era apertada, muito mesmo,\npressionando a fralda contra seus genitais.- Ah, Mestre... - ele\ngemeu. Havia na roupa também\num zíper entre as pernas, que permitia acesso aos genitais. Me\najoelhei diante dele e abri esse zíper, movendo um dedo contra a\nfralda ensopada, esfregando a ereção da puta e seu clítoris. Ele\ngemeu com força, contorcendo as pernas.- Mestre... se\ncontinuares assim, vou... - ele falou.- Você não se atreva -\nameacei. Eu continuei esfregando\na fralda contra aquele clítoris inchado, causando um formigamento\nprazeroso e contínuo que era difícil de ignorar. A puta lutava\ncontra seu instinto de empurrar sua virilha para frente, para\naumentar a fricção. Eu continuava acariciando e massageando aquele\nbotão com cuidado e atenção, como se eu realmente quisesse lhe dar\num orgasmo, mas a puta não podia gozar; ele tinha que aguentar e se\nsegurar. Os mamilos dele ficaram\nsensíveis também, mas não podiam ser estimulados por causa da\nroupa de borracha. Mesmo assim, a sensação da borracha contra seus\nmamilos sensíveis lhe causava ainda mais prazer. Ele apertou seu\nreto, mas sentiu que isso não era uma boa ideia; a contração dos\nmúsculos inferiores intensificava o prazer.- Mestre! - ele gritou,\ndesesperado. Parei imediatamente; eu\nnão iria deixá-lo gozar assim tão fácil.- Obrigado, Mestre... -\nele disse.- Não tem de quê -\nfalei. No decorrer do dia, ele\nperformou algumas tarefas de manutenção da casa para mim, já que\nvivemos sozinhos sem pais. No intervalo de cada tarefa, eu o chamava\npara ser provocado uma vez mais, refestelando minhas entranhas com\nseus gemidos e orgasmos negados. Naquela noite, ele sentia dores nas\nbolas e um formigamento intolerável em seus genitais femininos. Além\ndo mais, ele não urinou desde que acordou, sua bexiga inchada\naplicava pressão sobre seu sistema sexual também. Se eu tivesse\ncoração, sentiria pena.- Certo, puta - disse.\n- Prepare algo para comermos e eu lhe concederei permissão para se\naliviar. Ele foi, espremendo suas\npernas uma contra a outra, até a cozinha preparar a comida. Ele\nprecisava subir numa cadeira para alcançar o fogão. Andei até a\nentrada da cozinha e observei o trabalho dele; ele era um doce\nnaquele avental. Lambi o focinho, minha ereção formando enquanto eu\nassistia aquela bundinha apertada pela fralda grossa e pela roupa de\nborracha. O zíper pendendo à altura da cauda dele, que também era\ncoberta pela roupa, batia contra sua nádega esquerda a cada\nmovimento desesperado para conter a torrente de urina armazenada em\nsua bexiga, que já estava inchada o bastante para fazer diferença\nem sua aparência. Minha barriga roncou com força, enquanto eu me\nesforçava para suportar minha fome. Mas aí pensei em fazer uma\nmudança de planos.- Ei, puta, teu trabalhou\nterminou - eu disse. - Desça dessa cadeira e venha aqui.- Mas puta não\nterminou... - ele disse.- Eu decido quando você\nterminou. Não discuta comigo. Ele parou imediatamente\ne veio até mim. Ele baixou a cabeça e suspirou.- Desculpe, Mestre -\nele disse.- Não se afobe -\nfalei. - Resolvi que comerei você. Por vias orais. Idiota como era, ele não\nentendeu até eu abrir minha boca o máximo que consegui e pô-la\naberta sobre a cabeça dele. Comecei a sugá-lo para dentro de meu\ncorpo, minha mandíbula esticava para comodar o tamanho do filhote.\nEle começou a sorrir enquanto eu sugava seu ser dentro de meu corpo\nexpansível, devorando-o como se eu fosse uma cobra. Segundo após\nsegundo, cada vez mais de seu corpo entrava em minha boca úmida e\nquente, escorregando em minha língua até meu estreito esôfago, que\no espremia conforme ele passava. Após estar completamente dentro de\nmim, ele se aninhou no meu estômago. Meu tamanho havia dobrado e eu\nparecia muito mais gordo do que eu realmente era. Contudo, eu não\nqueria que ele ficasse ali muito tempo, do contrário eu o digeriria.\nEntão andei até o fogão, subi no banco e continuei a preparar o\njantar. Vez por outra, eu iria apertar a base da minha barriga,\nesfregando ele por fora, através da minha grossa camada de gordura. Ele percebeu que eu\nestava o massageando por fora então mudou de posição, pondo sua\nvirilha no local onde eu massageava. Por causa da roupa de borracha,\nele não pôde sentir estimulação nos seus genitais, mas achou\naquilo tudo muito sexy ainda assim. Quando eu terminei de\npreparar o jantar, senti que não iria conseguir suprimir minha\ndigestão por mais tempo. Desci da cadeira, me agachei e comecei a\nempurrar, com força. Meu estômago drenou a puta para os intestinos,\nonde meus movimentos peristálticos a pressionaram lentamente para o\nreto. Ele amava ser espremido pelo meu interior, o capturando num\ntubo estreito e úmido, quente e com várias curvas. Meu corpo,\nsempre, expandindo onde fosse necessário para permitir a passagem.\nDoía ter de forçá-lo pelo meu ânus, uma cena que seria grotesca\nse não fosse a fralda ocultando os detalhes. Quando ele saiu\ntotalmente, sentei sobre ele. A puta estava dentro da minha fralda,\nviva e respirando. Esperei meu rabo voltar ao normal e abri minha\nfralda, levantei-me, espreguicei-me e fui até a cadeira, subindo\nnela e em seguinda colocando a comida num prato. Daí deitei-me de\nbarriga no chão com o prato e comecei a comer.- Puta - falei. Ele estava exausto, mas\natendeu ao meu chamado.- Sim, Mestre? - ele\nrastejou até mim.- Cheira meu rabo -\nordenei. Enquanto eu comia\ncasualmente, ele cheirava meu ânus, como se fosse um cãozinho.\nSentir sua respiração na minha toca me deu uma forte ereção, que\nestava sendo pressionada contra o chão. Mas minha libido teria de\nesperar; eu estava muito distraído comendo. Dei uma pausa e mudei de\nposição, agora deitado de costas. Levantei minhas pernas e\ndobrei-as contra minha enorme barriga.- Agora as bolas -\nfalei. Ele prontamente começou\na cheirar meu saco, enquanto eu comia, com cuidado, visto que naquela\nposição era mais fácil se engasgar. Quando eu terminei,\nlevantei-me.- Sente - falei. Ele sentou-se como um\ncão e até levantou as patas dianteiras como que implorando.\nColoquei a comida dele numa vasilha e coloquei-a no chão para que\nele pudesse comer. Depois de saciado, ele foi até mim e esfregou sua\nface contra minha perna, como o felino que era. Sentei-me e ofereci\nminha patas para ele lamber, visto que ele amava minha patas\ninferiores. Ele as lambeu, esfregou a cara nelas, cheirou e\nmassageou. Enquanto ele fazia isso, eu me masturbava... assistindo\naquilo... Ele estava satisfeito.\nSuas bolas doíam, tal como sua ereção, seus genitais femininos\nformigavam com força desejando gozar, sua bexiga doía ao ser\ncomprimida pela roupa de borracha. Lá ele estava, perdido em seu\npróprio mundo obsceno."}