{"sf1_id":703175,"sf2_id":null,"title":"Axel (pt_BR).","author":"Yure16","words":2030,"posted_at":"2014-05-10T14:51:00.000Z","tags":["Bathroom control","Chubby","Consensual","Cubs / Young Characters","Diapers","Felines","Fighting/wrestling","Large tails","M/M","Males","Mammals","Predator species","Roleplay Perspective - Third Person","Scenes - Tribal","Sex driven","Small cocks","Strip tease","Sweat","Younger partners"],"url":"https://fse.anthro.fr/stories/703175-axel-pt_br","original_url":"https://sofurry.com/view/703175","image_url":"https://www.sofurryfiles.com/std/thumb?page=703175\u0026ext=.jpg","description":"For Babytiger1099.","content":" Estavam ali Yure e Axel,\ndeitados sob o teto da casa da árvore. Yure é um gato azul gordo,\ncom uma cauda absurdamente longa e uma juba ao redor do pescoço.\nAxel é um tigre regular. Os dois são filhotes. Não havia muito o\nque fazer e ambos os felinos estavam entediados. Estava quente\nnaquele dia, para piorar, e Yure já não estava mais aguentando suas\nbolas de gude fervendo dentro da fralda.\n - Cara, que saco.... - ele\ndisse, desabotoando sua fralda híbrida.\n Axel olhou Yure e resolveu fazer\no mesmo, removendo as fitas da sua fralda de plástico.\n - Pois é - ele disse. -\nEstá quente e tedioso aqui. Deve ser um tormento pra você, que é\nquase obeso.\n - Olha lá o que fala, fariseu\n- respondeu Yure, sentado em seu farto traseiro nu.\n - Perdoe.\n - Vou beber água.... - Yure\nlevantou-se, movendo seu suado ser até a cozinha.\n - Vou também.... - Axel\nfalou, levantando-se em seguida.\n A casa na árvore era bem grande\ne tinha quatro cômodos, além de água encanada. Mas não\neletricidade; se tivesse, os filhotes poderiam ao menos brincar de\nacender e desligar as lâmpadas ou equilibrar os interruptores entre\n\"ligado\" e \"desligado\".\n Yure pegou um copo e encheu\nd'água na torneira mesmo; os canos eram de boa qualidade e ele\nconfiava no tratamento. Ele bebeu copo após copo, fazendo sua grande\nbarriga parecer ainda maior. Axel sabia o que isso implicava: Yure\npediria que ele fizesse o mesmo. Antes que o outro felino pudesse\npedir, Axel começou a encher outro copo e a beber repetidas vezes.\nApós dois minutos enchendo copos e bebendo o conteúdo, ambos os\nfilhotes tinham suas barrigas prestes a estourar.\n - Já sei o que vamos fazer -\nfalou Yure.\n - Concurso de segurar xixi? -\nperguntou Axel.\n - Não. Quando a água tiver\npassado por nós e ido pra bexiga, nós brincaremos de luta livre. O\nobjetivo é fazer o outro fazer xixi. Quem fizer primeiro, perde.\n - Ou seja, um concurso de\nsegurar xixi - Axel sorriu.\n - Pense como quiser.\n Os filhotes safados voltaram\npara a sala e deitaram-se lá, esperando seus corpos cuidarem do\nresto. Durante quarenta minutos, eles conversaram sobre coisas bobas,\ncomo ganho de peso, fraldas, urina e outros machos da idade deles.\nAxel não se importava em falar sobre machos, embora estivesse mais\ninteressado em fêmeas. Mas, como Yure era muito interessado no\nassunto, ele deu corda.\n - Já quero fazer xixi -\ndisse Axel.\n Yure rolou e olhou entre as\npernas de Axel. O pênis do tigre não estava ereto ainda.\n - Seja forte e segure um pouco\nmais - ele disse. - Quando você tiver uma ereção daquelas, aí,\nsim, você estará apertado.\n - O mesmo vale pra você? -\nperguntou Axel.\n - O mesmo vale pra mim.\n E os dois permaneceram. O tempo\npassava bem devagar. Yure estava brincando com seu negocinho, olhando\no de Axel vez por outra, pra se inspirar. Axel percebeu.\n - Apertado? - perguntou.\n - Bastante. Mas nem perto da\ncapacidade máxima - respondeu Yure.\n - Qual sua capacidade máxima?\n - Última vez que medi era um\nlitro.\n Os olhos de Axel arregalaram-se.\n - Um litro? - ele perguntou,\nimpressionado. - Eu morro de dor com oitocentos mililitros!\n - Dói pra caramba, devo\nadmitir - falou Yure, com um sorriso orgulhoso. - Mas eu sou\nforte.\n - Veremos se algum dia eu\nsupero seu recorde....\n - Duvido muito, mas pense como\nquiser.\n O tempo arrastou-se. Os filhotes\nestavam desconfortáveis com a crescente tensão em suas bexigas.\nYure ainda estava molinho, mas Axel começava a desenvolver uma\nereção.\n- Acho que já estou pronto....\n- ele disse.\n - Então podemos começar -\ndisse Yure.\n - Não, ainda não - Axel\napontou para o pênis de Yure.\n Yure olhou para baixo e notou\nque ainda não estava ereto, apesar de já precisar mijar com um\ncerto grau de urgência.\n - Tem certeza de que pode\nesperar? - ele perguntou.\n - Sim, tenho - disse Axel.\n Yure deu os ombros e esperou um\npouco mais. Após mais alguns poucos minutos, Yure começava a ficar\ndurinho.\n - Tô apertado.... - ganiu o\ngato.\n - E eu? - perguntou Axel,\nestrangulando sua pintinha com ambas as patas superiores.\n - Vamos logo acabar com isto -\ndisse Yure.\n - Sim, senhor.... - Axel\nlevantou-se e ficou em posição.\n Yure fez o mesmo. Os dois\nfilhotes ficaram ainda mais duros, sabendo que estavam prestes a\nagarrar um ao outro com o secreto objetivo de se ensoparem em urina.\n - Já! - Yure gritou,\nagarrando Axel pela cintura e tentando o colocar abaixo.\n Axel ficou surpreso e agarrou\nYure pelo pescoço, dobrando seu corpo sobre ele. Yure era muito\npesado e forte, logo ergueu Axel do chão e ameaçou pular:\n - Se eu pular pra frente, caio\nencima de você!\n Axel pensou rápido. Ele deu um\nchute bem no pé da barriga de Yure, acertando a distendida bexiga do\nfelino. Por pouco Yure não perdeu! Axel continuou chutando, vez após\nvez, até que Yure foi forçado a soltá-lo. Yure pulou para trás,\ndistanciando-se.\n - Que truque sujo o seu! -\ndisse Yure.\n - Fale-me do óbvio - disse\nAxel, mostrando a língua.\n Yure correu contra Axel\nnovamente e pulou sobre ele, levando-o ao chão. As bexigas deles se\npressionaram uma contra a outra, mas Yure não apenas tinha mais\nexperiência e era mais velho, mas também era muito pesado. A prensa\nsobre a bexiga de Axel era perturbadora e o tigrinho começou a\nespremer suas coxas, forçando-as uma contra a outra, esfregando-as\npara manter o controle. Seu pênis pulsava com o esforço muscular de\nmanter a bexiga sob controle. Yure estava ficando muito excitado,\namando lutar não somente contra Axel, mas contra as forças da\nnatureza. Cada vez que sua bexiga tinha uma contração frustrada,\nele sentia arrepios de prazer lhe correrem coluna acima, até o\ncérebro, e abaixo, ao pênis.\n Axel não havia se dado por\nvencido e, dobrando o joelho e posicionando-o entre ele e Yure, virou\nde uma vez, ficando por cima, com o joelho entre abdômen e tórax do\namigo, com a canela lhe pressionando o pé da barriga. Yure ganiu,\nmas manteve sua bexiga sob controle, embora sua luxúria estivesse\nameaçando rebelar-se. Axel não gostava tanto de prender o xixi\nquanto de fazer xixi em coisas ou outros animais. Ele estava louco\npara soltar o conteúdo de sua bexiga sobre Yure e ter o mijo de seu\ncolega despejado sobre ele.\n - Desista! - tentou Axel.\n - Nunca! - Yure deu sua\nresposta mais dramática.\n Yure forçou-se a levantar mesmo\nsob Axel, o que lhe exigiu muita força. Além disso, o esforço\nempurrava a bexiga do felino contra a canela de Axel, adicionando\nainda mais pressão ao músculo que ficava mais cheio a cada minuto.\nO pênis de Yure pulsou e tocou o bumbum de Axel conforme o gato se\nsentava devagar. Quando Yure estava sentado, ele se desvencilhou da\nprensa de Axel e agarrou-o, agora que Axel também estava sentado. O\nmovimento aparente sem propósito tinha como objetivo pressionar a\nperna de Axel contra o corpo do tigrinho; a canela ainda estava entre\neles e Axel ainda estava com a perna dobrada. O agarro ficava cada\nvez mais apertado e Axel começou a ganir, com a dor em suas\narticulações.\n Yure soltou Axel e levantou-se.\nSua bexiga estava dolorida e pesada. Axel levantou-se em seguida,\nmassageando a perna e forçando suas coxas juntas. As ereções dos\ndois pulsavam com suas batidas cardíacas, que reverberavam em todo o\ncorpo, mesmo no líquido que eles seguravam com vigor.\n Eles correram um contra o outro\nnovamente e se agarraram pelos braços, um tentando colocar o outro\nabaixo. Eles grunhiam e suavam, seus pelos ficando molhados com a\nexcreção de líquido cutâneo, fazendo barulhos selvagens e\nofegando. Eles estavam amando o jogo, embora soubessem que o desastre\nseria iminente: os esfíncteres dos filhotes não eram maduros o\nsuficiente para aguentar tanto esforço. Embora a parte de cima dos\nseus corpos estivesse sinceramente tentando continuar a luta, seus\ncorpos travavam uma luta interna na linha da cintura e abaixo. Suas\npernas, divididas entre a tarefa de equilibrar o corpo e manter-se\njuntas, não conseguiam dar conta de aliviar a pressão que as\ncontrações que o músculo detrusor forçava sobre a bexiga. O\nlíquido era empurrado contra os esfíncteres que eram pressionados a\npermanecer fechados, mas o gasto de energia com a luta e as\ncontrações musculares no resto do corpo tornavam a tarefa de não\nse aliviar muito difícil.\n Os filhotes tremiam, gemiam,\ncada vez que conseguiam manter a urina dentro deles após uma\ncontração forte. Tremores de prazer e dor corriam pelos seus\ncorpos, arrepiando os pelos, endurecendo mamilos, corando a pele\naonde ela podia ser vista, incitando sons obscenos.\n - Eu não aguento mais, Yure -\ndisse Axel, afrouxando o seu agarro.\n Subitamente, Yure aproveitou a\nocasião, virou Axel e jogou seu corpo sobre o dele. Yure sentou-se\nsobre o traseiro de Axel e a queda fez com que o tigre perdesse\nalguns pingos de urina, fazendo uma pequena poça no chão sob eles.\n- Sabes o que farei agora? -\nperguntou Yure.\n Axel tinha uma ideia fraca do\nque estava para acontecer. Yure ajustou-se e enfiou sua ereção reto\nadentro em Axel. Porque Axel era pequeno e não tão gordo como Yure,\ndar-lhe aquele tipo de prazer não era tão difícil, mesmo que o\n\"orgulho\" de Yure estivesse mais para \"modéstia\". O\nmovimento começou, cada empurrão de Yure contra Axel fazia o\nlíquido dentro do gato chacoalhar. Pouco a pouco, apesar dos\nesforços de Yure em manter-se sob controle, urina vazava em pingos\nesporádicos para dentro de Axel. O tigrinho sentia o líquido\nentrar-lhe e escorrer para dentro, fazendo-lhe cócegas.\n Axel, a cada empurrão, perdia\nmais urina. Ele tentava se controlar, porque queria muito molhar Yure\ncom seu líquido... mas parecia que Yure não queria esperar por\nisso. De repente, Yure parou.\n- Vire-se de barriga pra cima -\ndisse o gato.\n Axel rolou cuidadosamente, para\nque ele não tivesse que remover o pênis de dentro dele. Yure\npressionou o pipi de Axel, apertando-o contra a barriga do tigrinho.\nEle fez uma pequena massagem. Yure estava sob uma enorme pressão,\nsuas pernas tremiam e, por mais que se mantessem juntas, urina\nescapava para dentro de Axel em erupções súbitas, mas curtas. Axel\nronronava alto e sorria como um idiota. Yure continuou o movimento.\nCada vez que Axel vazava urina, a posição de seu pênis, mantida\npor Yure, direcionava o fluxo para seu tronco.\n- Eu não aguento mais isto... -\nganiu Axel, ficando tão excitado quanto Yure.\n- Pare de gemer feito uma\nrapariga, Axel... - sugeriu Yure. - Seja forte.\n Yure começou a perder\nquantidades ainda maiores de urina. Ele já estava sentindo muita dor\ntentando se segurar.\n- Hora de acabar com isso; eu\nganhei, afinal - ele disse.\n Yure começou a urinar, com\nforça total, reto adentro em Axel. Enquanto urinava, contudo, Yure\ncontinuava a mover-se, pra frente, pra trás, excitando-se ainda\nmais. Axel estava tão excitado que achou que iria explodir. \"Isto\nnão pode fazer bem...\", pensou. Subitamente, Yure parou de urinar\ne grunhiu, tendo um orgasmo seco dentro de Axel. O tigre ficou um\npouco decepcionado, mas, no fim das contas, Yure era um filhote\ntambém. Satisfeito, Yure voltou a urinar. Era tanto mijo, que o ânus\nde Axel transbordava. Era difícil acreditar que o felino podia\nsegurar apenas um litro.\n Axel afastou a pata de Yure e\ncomeçou a masturbar-se, apesar de ainda estar urinando. Quando seu\nfluxo de urina terminou, ele teve seu orgasmo. Yure puxou seu pênis\nde dentro de Axel e deitou-se. Ambos os filhotes estavam cansados.\n- Nem pude mijar em você -\ndisse Axel a Yure.\n- Não se preocupe; bexiga enche\nfácil... - respondeu Yure.\n Após descansarem, os filhotes\nlevantaram-se. Eles se entreolharam.\n- Você precisa de um banho -\ndisse Yure.\n Axel deitou-se novamente. Yure\ndeitou-se ao lado de Axel e começou a lambê-lo, limpando o pelo\ndele. Axel fechou os olhos e aproveitou a sensação.\n - Que calor.... - disse Yure. "}